AÇORIANOS - arroz doce, sonho, suspiros...
26/11/2009
CULTURA GAÚCHA - TURMA 42 -
11/11/2009
DIA 19 DE NOVEMBRO - DIA DA BANDEIRA NACIONAL
Sabe quantas bandeiras históricas já foram usadas aqui no Brasil?
O que significam as cores: verde, amarelo e azul?
E as estrelas? Quantas são?
Então assista a apresentação! Vale a pena!
07/11/2009
RODOVIAS - O SIGNIFICADO DOS NÚMEROS
10/10/2009
03/10/2009
DIA DO GAÚCHO (20/09)
Pode esquecer do luxo
Apenas bota e bombacha
Com muita simplicidade
É o campo e a cidade
Festejando com alegria
É raiz, não é mania
É tradição de verdade
Acesso fogo de chão
Fartura de chimarrão
De a pé ou de a cavalo
Que importa é este embalo
Nos levando pra o passado
Não para cantar saudade
Mas orgulho por esse Estado
Que criou homens de verdade
Este é o dia do gaúcho
Que ama a sua terra
Do jeito que ela é
Sem ligar para o que falam
É muito grande o sentimento
Que na minha alma eu trago
Estas vameras de gaita
É amor pelo meu pago.
Feliz dia do Gaúcho aos gaúchos de todas as querências!
Autor desconhecido.
NEGRINHO DO PASTOREIO

30/09/2009
O QUERO-QUERO

A aluna Aléxia B. dos Santos, da turma 43, trouxe esta semana o livro "Sobrevoos - o que as aves brasileiras veem lá de cima", de Lalau e Laurabeatriz.
26/09/2009
ONDE VOCÊ COLOCA O SAL?
"Somos o que fazemos, mas somos principalmente
22/09/2009
17/09/2009
ALFABETO - MARCAS DO RIO GRANDE DO SUL
A - Anita Garibaldi (Herói Farroupilha)
Alegrete (Capital Farroupilha)
B - Bento Gonçalves (Herói Farroupilha)
C - Canabarro (Herói Farroupilha)
D - Duque de Caxias (Pacificador)
E - Estancieiro (Dono de grandes fazendas)
F - Fanfa (Ilha que prenderam Bento Gonçalves)
G - Garibaldi (Herói Farroupilha)
H - Homens de Preto (Música Campeira)
I - Imperial (Governo na época da Revolução Farroupilha)
J - Júlio de Castilhos (1º Presidente do RS)
L - Laçador (Estátua Símbolo – Porto Alegre)
M - Maragatos (Federalistas – RS –República)
N - Negrinho do Pastoreio (Lenda genuinamente gaúcha)
O - Obirici (Lenda Indígena)
P - Piratini (Capital Farroupilha)
Q - Quero-quero (Ave-Símbolo do RS)
R - República Rio-grandense (País Farroupilha)
S - Sepé Tiaraju (Índio Valente-Missioneiro)
T - Triunfo (Terra de Bento Gonçalves)
U - Uva (Produto da Imigração Italiana)
V - Vinícolas (originada na cidade de colonização italiana)
Z - Zelar pelas coisas do Rio Grande é Reviver a História
AS MULHERES FARROUPILHAS
Quando pensamos na Revolução Farroupilha logo lembramos dos "heróis", os homens que lutaram durante dez anos na Revolução.
Acabamos deixando de lado, ou dando menos importância às mulheres - com exceção de Anita Garibaldi - que tiveram um papel muito importante durante esta Revolução.
Hilda Hübner Flores cita no livro "Mulheres Farroupilhas" quatro mulheres que merecem destaque na história.
MARIA JOSEFA BARRETO PEREIRA PINTO
* Nasceu em Rio Pardo, entre 1786/88. Poeta, escritora e professora, única mulher jornalista na década de 1830, certamente a primeira no Brasil.
* Filha de Ana Mathildes da Silveira, mulher pobre que a colocou na soleira porta da residência de Teodózio Rodrigues de Carvalho, tio do primeiro bispo da Província, D. Feliciano Prates, e de Josefa Joaquina da Conceição.
* 17/12/1800 - casou com o carcereiro Manoel Ignácio Barreto Pereira Pinto, em Rio Pardo, onde nasceu José Joaquim Barreto. Engrácia nasceu em Porto Alegre, para onde o casal se mudara quando o marido passou a carcereiro da prisão, localizada na Rua da Cadeia (proximidades da atual Av. Senador Salgado Filho).
* Manoel Ignácio, após dar fuga a um preso, para não ser punido sumiu para sempre, abandonando Maria Josefa com dois filhos por criar.
*Viúva incerta, não se deixou abater e fundou uma escola mista, coisa rara, pois as poucas escolas existentes eram para meninos. Ficava em sua casa, na Rua Santa Catarina, atual Dr. Flores, em um prédio recuado, defronte à cadeia.
* Antônio Alves Pereira Coruja foi seu aluno, entre 1811-12, tornando-se mais tarde famoso, como autor da primeira gramática portuguesa e professor que aprendeu na Corte o método Lancaster, de alfabetização em grupo, mas não pode aplicá-lo entre nós, pois a Escola Normal de Porto Alegre planejada para a década de 1830, só nasceu em 1869.
* A filha Engrácia faleceu aos 10 anos de idade (1814), de "ferimentos na garganta" e José Joaquim aos 26 anos de idade (1828).
* Maria Josefa perdeu o pai adotivo em 1833. Liberta dos cuidados com sua saúde e com os recursos herdados, em novembro daquelev ano abriu "Belona irada contra os Sectários de Momo", seminário literário e de contestação aos farroupilhas, inserido na explosão de jornais surgidos desde seu advento, a alimentar as divergências do governo com as ideias liberais deles.
* Na mesma época, colaborou no jornal "A Idade de Ouro", de Manoel dos Passos Figueirôa, importante homem de imprensa do período farroupilha.
* Belona chegou a seu 10º número, em 27/01/1834. Maria Josefa faleceu a 09/01/1837.
* Pelo inventário sabe-se que a jornalista possuia algumas panelas de ferro, que ela própria deve ter manejado, pois não deixou escravas. A mesa de cortar costuras reforçava o orçamento da mestra; a bomba de prata aponta para o hábito do chimarrão.
* Quando faleceu a jornalista-professora (1837), Porto Alegre estava cercada pelos farroupilhas, tendo obrigado as intelectuais a buscar exílio no RJ, deixando a Província órfã de suas literatas. Na guerra, não houve espaço para a cultura. Do jornal Belona, infelizmente, não sobrou exemplar.
DELFINA BENIGNA DA CUNHA
* Nasceu em São José do Norte, em 1º/09/1791. Ficou cega aos 2o meses, devido a uma epidemia de varíola.
* A cegueira aguçou sua sensibilidade literária, levando-a a a escrever desde os 12 anos, poesias por vezes profundamente impregnadas de sua desdita.
* 1826 - Faleceu seu pai, Capitão Joaquim Francisco da Cunha Sá e Menezes. Delfina viajou para o RJ, pedindo auxílio ao Imperador. D. Pedro concedeu-lhe pensão pelos bons serviços de guerra de seu finado pai, e Delfina, agradecida, desde então passou a cantar em versos as efemérides da família real.
* 1834 - o seu livro "Poesias oferecidas às senhoras rio-grandenses", inserido na exposão jornalístico-literária do advento da Revolução Farroupilha, transborda em tristeza e melancolia, refletindo seu interior sentimental e dolorido.
* Coerente com a pensão imperial, mantida por D. Pedro II, Delfina manifesta gratidão ao sustentar corajosamente posicionamento legalista. Asilada na Corte, seu livro Poesias teve reedição em 1838, e nele renega o chefe maior dos rebeldes, Bento Gonçalves da Silva:
A ti que de um punhal violento
Cravaste na pátria aflita,
A ti a quem sempre irrita
Da virtude o luzimento
A ti que dás o tormento
Dessas infernais moradas,
Que tens feito desgraçadas
A mil famílias de bem,
Do alto céu como ninguém
Maldições te sejam dadas.
Chovam sobre ti os raios
Da Divina Providência
E seja tua existência
Passada em frios desmaios;
Nos mais cruentos ensaios
Sempre estejas engolfado,
Por querer do ímpio fado.
Todos os males te assaltam
Até que os alentos te faltam
Bento infeliz, desvairado.
Recuse a terra ensopada
Em sangue, por ti, perjuro,
Dar a esse corpo impuro
Uma obscura morada;
Toda a gente horrorizada
Nem ousará nomear-te
Ficando infeliz dest´arte
Teu nome sem fama e glória
E de execrável memória
No Brasil, e em toda a parte.
Até mesmo, os filhos teus
O seu opróbrio chorando,
Te irão amaldiçoando
Entre os ais e os prantos seus;
Verás contra ti um Deus
Por teus crimes irritado;
Como seguiste, malvado,
Dos ímpios todos os trilhos,
Até por teus próprios filhos
Será teu nome odiado (Cesar, 1971, 99-100).
* Apesar da limitação física, Delfina soube impor sua obra, mesmo em período adverso como a guerra, na qual se inseriu com versos de contestação. Explorando temas como o amor, amizade, morte, Delfina, fez a transição do arcadismo para o romantismo, que no RS vai de 1834, ano em que lançou seu livro, a 1856, coincidindo praticamente com sua morte. Enferma, faleceu em 1857.
* Delfina é patrona da cadeira nº1 da Academia Literária Feminina do RS, idealizada por Lydia Moschetti, que entre as dezenas de obras assistenciais de sua autoria, fundou em Porto Alegre o Instituto S. Luzia, hoje no Bairro Cavalhada, e o Hospital Banco de Olhos, na Vila Ipiranga, ambos para atendimento a cegos ou portadores de problemas visuais.
NÍSIA FLORESTA BRASILEIRA AUGUSTA
* Nordestina, residiu em Porto Alegre de 1833 a 1837. Por seus ideais liberais, abolicionistas e republicanos, comungava com os farroupilhas, embora lhes rejeitasse atos de destruição e morte no decorrer da guerra. Professora por quatro anos, no sul, levou experiência válida para a sequência de sua laboriosa vida.
* Nasceu em 12/12/1810, em Papari, hoje município Nísia Floresta, limítrofe a Natal, e faleceu em ruão, França, a 24/04/1885. filha do advogado português Dionísio gonçalves Pinto Lisboa e de Antônia Clara Freire, teve duas irmãs e um irmão.
* Casou adolescente e após meio ano retornou à casa paterna. Com o pai, engajada na política e partícipe da Revolução Pernambucana de 1824, peregrinou em fuga, por diversas localidades do Nordeste. Em 1828 ele foi assassinado.
* Aos 22 anos lançou "Direitos das mulheres e injustiças do homens", em Natal, tradução da feminista inglesa Wollstonecraft, adaptada para a realidade brasileira. Nela reivindica direito de estudo para a mulher, que tem aptidão igual ao homem para estudo e trabalho, rejeitando a teoria em voga de que o homem é mais inteligente que a mulher por ter a caixa craniana maior.
* 1833 - Muda-se com o marido (Manoel Augusto Faria Rocha) e a filha (Lívia) para Porto Alegre, a convite do cunhado, promotor público. Nesse ano nasceu Augusto, e em agosto morreu o marido, de uma constipação. No mesmo ano, sob o nome literário de Nísia (diminutivo do nome paterno) Floresta (seu sítio natal) Brasileira (homenagem à pátria) Augusta (homenagem ao segundo esposo), veio à tona a segunda edição de "Direitos das mulheres e injustiças dos homens", 56 páginas com ideias avançadas sobre a posição da mulher. Os jornais silenciaram a respeito da edição: era perigoso ter mulher culta e contestadora, melhor ignorá-la.
* Para sustentar os filhos, Nísia abriu escola para meninas, que funcionou de 1834-37 na hoje Rua andrade Neves, em Porto Alegre. Frequentou-a, acompanhando a irmã, o futuro Marechal José Antônio Corrêa da Câmara, a quem se deve a transcrição da poesia "Máximas e Pensamentos", uma criação de Nísia que serviu de manual de orientação e como exercício de caligrafia e ortografia, dando origem mais tarde, no Rio, a "Conselhos à minha filha", adotado em sala de aula;
De manhã despertando, ao céu levanta
Teu espírito, ó filha assim farás,
Que sobre ti Deus vele, pois não sabes
Se à terra antes da noite volverás!
Foge do mal, segue o bem, filha querida
Em paz ditosa passarás a vida!
12/09/2009
RIO GRANDE DO SUL - AS MÚSICAS
CÉU, SOL, SUL
Eu quero andar nas coxilhas
sentindo as flexilhas das ervas no chão.
Ter os pés roseteado de campo
ficar mais trigueiro com o Sol de verão.
Fazer versos cantando as belezas
desta natureza sem par.
E mostrar para quem quiser ver
um lugar para viver sem chorar.
É o meu Rio Grande do Sul
Céu, Sol, Sul
Terra e cor.
Onde tudo que se planta cresce
E o que mais floresce é o amor.
Eu quero me banhar nas fontes
e olhar o horizonte com Deus.
E sentir que as cantigas nativas
continuam vivas para os filhos meus.
Ver os campos florindo e crianças
sorrindo felizes a cantar.
E mostrar para quem quiser ver
um lugar para viver sem chorar.
QUERÊNCIA AMADA
Quem quiser saber quem sou
Olha para o céu azul
E grita junto comigo
Viva o Rio Grande do Sul
O lenço me identifica
Qual a minha procedência
Na província de São Pedro
Padroeiro da Querência
Ó meu Rio Grande de encantos mil
Disposto a tudo pelo Brasil
Querência amada dos parreirais
Da uva vem o vinho
Do povo vem o carinho
Bondade nunca é demais
Meu coração é pequeno
Porque Deus me fez assim
O Rio Grande é bem maior
Mas cabe dentro de mim
Sou da geração mais nova
Poeta bem macho e guapo
Nas minhas veias escorre
O sangue herói de farrapo
Deus é gaúcho de espora e mango
Foi maragato ou foi chimango
Querência amada meu céu de anil
Este Rio Grande gigante
Mais uma estrela brilhante
Na bandeira do Brasil
Victor Mateus Teixeira, o Teixeirinha
HINO RIO-GRANDENSE
Como a aurora precursora
do farol da divindade,
foi o Vinte de Setembro
o precursor da liberdade.
Mostremos valor, constância,
nesta ímpia e injusta guerra,
sirvam nossas façanhas
de modelo a toda terra.
Mas não basta p´ra ser livre
ser forte, aguerrido e bravo,
povo que não tem virtude
acaba por ser escravo.
Francisco Pinto da Fontoura
08/09/2009
O CHIMARRÃO E SEU SIGNIFICADO
- MATE COM AÇÚCAR - representa "só amizade";
- MATE COM AÇÚCAR QUEIMADO - "simpatia";
- MATE COM CANELA - "só penso em ti";
- MATE COM CASCA DE LARANJA - "vem buscar-me";
- MATE COM MEL - "quero casar contigo";
- MATE FRIO - "desprezo";
- MATE LAVADO - "vá tomar mate noutra casa";
- MATE ENCHIDO PELO BICO DA BOMBA - "está na hora de ir embora";
- MATE MUITO AMARGO (REDOMÃO) - "chegaste tarde já tenho novo amor";
- MATE COM SAL - "não pareça mais aqui";
- MATE MUITO LONGO - "a erva está acabando";
- MATE CURTO - "pode prosear à vontade";
- MATE SERVIDO COM A MÃO ESQUERDA - "pessoa não é bem vinda"
Fonte: TEIXEIRA, Luiz rotilli. Este é o Rio Grande do Sul.1999.
05/09/2009
LENDAS GAÚCHAS
30/08/2009
N@VEG@NDOOUTROSM@RES GANHA SEU 1º SELO!!!

Este blog teve a honra de receber a indicação do professor Adinalzir Pereira, do RJ, autor do blog "SAIBA HISTÓRIA", para receber o selo "Vale a pena ficar de olho nesse blog!", sinal de amizade, carinho e reconhecimento do trabalho.
Seguindo a regra, indico dez blogs para receberem o mesmo:
http://professormarcell.blogspot.com/
29/08/2009
26/08/2009
BOMBA DE HIROSHIMA E NAGASAKI
23/08/2009
RODA DE CHIMARRÃO - KLEITON E KLEDIR
Esquentei a água no fogareiro do Boitatá
Tô cevando o mate com erva da boa da barbaquá
E vamos charlando e contando causos que lá se vão
É o sabor do pampa de boca em boca e de mão em mão
Acendi uma vela que é pro Negrinho nos ajudar
A encontrar as histórias porque a memória pode falhar
É sabedoria deixa o amargo viver em paz
Mate e cara alegre porque o resto a gente faz
Puxa um banco e senta que tá na hora do chimarrão
É o sabor do pampa de boca em boca, de mão em mão
Puxa um banco e senta, vam cá pra roda de chimarrão
Ele aquece a goela e de inhapa a alma e o coração
Dizem que não presta mijar cruzado pois dá azar
Se grudar os cachorro só água fria pra separar
Diz que palma benta pra trovoada é o melhor que há
E se assoviar o minuano é certo que vai clarear
Minha avó me disse que andar descalço dá mijação
Cavalo enfrenado na lua nova fica babão
Com passarinheiro e mulher sardenta é bom se cuidar
E que vai depressa demais a alma fica pra trás
O melhor pra tosse é cataplasma e chá de saião
Pra acabar com a gripe só sabugueiro ou então limão
Pra curar verruga é benzer pra estrela e invocar Jesus
Contar mau olhado um galho de arruda e o sinal da cruz
Chá de quebra pedra, ipê, arnica, canela em pó
Hortelã, marmelo, marcela boa e capim cidró
Tudo tem remédio churrio, cobreiro e má digestão
Só pra dor de amor é que não tem solução
16/08/2009
14/08/2009
SÍMBOLOS VIVOS DO RIO GRANDE DO SUL
ANIMAL SÍMBOLO: CAVALO CRIOULO - Lei Nº 11.826 (26/08/2002).
PLANTA MEDICINAL SÍMBOLO: MACELA (achyrocline Satureioides) - Projeto de Lei Nº 224/2001*Vulgarmente conhecida como MACELA ou MARCELA e por eloyateicaá em Tupi-guarani. É uma das plantas mais utilizadas em medicina popular no RS. Seu habitat natural é a América austral oriental, florescendo espontaneamente no Sul do Brasil.
*No RS, cresce abundantemente sob forma de vegetal silvestre, tanto em solos arenosos como em solos basálticos. Sua coleta é cercada de misticismo e religiosidade, pois o povo acredita que a MACELA só terá ação terapêutica se for colhida durante a Semana Santa, de preferência no alvorecer da Sexta-feira da Paixão.
*Época de floração: durante os meses de março e abril, coincidindo com a época da referida festa religiosa e com o período de maturação das flores.
*Entre os índios Kaigãng, do RS, está difundida sua atuação em problemas digestivos. Seus usos na medicina popular são variados e referem-se às suas propriedades digestivas.
*Tornar a MACELA é valorizar a construção coletiva de um povo na busca, de qualidade de vida, elemento essencial para a garantia de um Brasil digno e soberano.
FLOR-SÍMBOLO: BRINCO-DE-PRINCESA (fuchsia hybrida) - DECRETO N° 38.400 (16/04/1998). *Nome Popular: Brinco-de-princesa, fúcsia, agrado, lágrima
*Origem: América do Sul *Ciclo de Vida: Perene
*É uma planta que faz um enorme sucesso internacional. Possui muitas variedades, sendo que tanto pétalas, quanto sépalas podem ser de cores e de formas diferentes. As cores mais comuns são vermelho, rosa, azul, violeta e branco, com diversas combinações, sem mesclas. A ramagem é pendente, mas pode haver variações, com plantas mais eretas e outras mais pendentes.
*Requer boa iluminação, de preferência sob luz difusa ou meia-sombra, no entanto muitas variedades vão bem sob sol pleno. Mas um detalhe é unanime, as fúcsias apreciam o frio e portanto deve-se dar preferência para o cultivo no Sul do país e nas regiões serranas. O substrato deve ser bem fértil, enriquecido com humus e composto orgânico. A propagação pode ser por sementes ou por estacas.

AVE-SÍMBOLO: QUERO-QUERO (Vanellus chilensis) - LEI Nº7.418 (1º/12/1980)*Embora considerado por alguns ave típica do RS, o quero-quero ocorre em todo o Brasil, mesmo ao Norte do Equador e também na Austrália. É ave típica do campo e aprecia terrenos abertos e úmidos, o que não impede que seja vista próximo ao centro de Lagoa Vermelha.
*Medindo 35 cm e exibe plumagem de cores branca, preta e cinzenta, com um penacho bem visível na cabeça. Muito mais conhecido que sua forma é o seu canto, facilmente reconhecível, que pode ser ouvido a grande distância e do qual derivam alguns de seus diversos nomes: quero-quero, téu-téu, tetéu e terém-terém. Mostra um esporão alaranjado na asa, usado paradefesa. É visto em todo o nosso Estado e em todas as épocas do ano e tem algumas características marcantes: nunca é visto empoleirado, apenas no ar ou no chão. Quando alguém se aproxima do seu ninho, mostra-se agressivo e tenta expulsar o invasor, mesmo que seja o Homem, dando voos rasantes. Seu ninho é feito no chão, em campo aberto e sem proteção. A fêmea costuma por 3 ou 4 ovos, na primavera. Além dos nomes citados, recebe também os de gaivota-preta, espanta-boiada e chiqueira.
ÁRVORE SÍMBOLO: ERVA-MATE - LEI Nº 7.439 (08/12/1980).*Nomes Populares: Mate, erva-mate, erveira, congonha, erva, erva-verdadeira, erva-congonha.
*A planta ERVA-MATE foi instituída árvore símbolo do RS, devido sua importância econômica, cultural e alimentícia. Cultivada desde os primórdios pelos índios tupis-guaranis, difundiu-se pelas Colônias Espanholas e Reduções Jesuíticas. Ganhou o mundo pelos jesuítas, como “erva milagrosa”.
12/08/2009
VIDA CAMPEIRA
1. QUANTO PESA UMA PITADA DE SAL?
2. QUANTOS PALHEIROS SE FAZ COM UM NACO DE FUMO?
3. COM QUANTOS PAUS SE FAZ UMA CANOA?
4. COM QUANTOS GALHOS SE FAZ UMA CANGALHA?
5. QUAL A DIFERENÇA ENTRE AREAR E COARAR?
6. COM QUANTAS BOLAS DE TOURO ERAM FEITAS AS BOLEADEIRAS DE ANTIGAMENTE?
7. QUAL A DIFERENÇA ENTRE ARREADOR E RELHO?
8. ARROZ VERMELHO: É O ARROZ SELVAGEM, UM INÇO OU ARROZ PREFERIDO DO TORCEDOR DO INTER?
9. QUAL O MAIOR CONSUMIDOR DE SOJA DO BRASIL?
10. A VACA QUANDO DEITA FLEXIONA PRIMEIRO AS PATAS DIANTEIRAS OU TRASEIRAS?
Respostas:
1. Cerca de 1 grama. 2. Cinco ou seis.
3. Um, se o tronco for de tamanho adequado.
4. Um galho (em forquilha).
5. Areia-se panela, coara-se roupa.
6. Nenhuma, eram usadas pedras revestidas de couro.
7. Arreador é um relho de açoiteira comprida com que o tropeiro toca os animais. Relho é um chicote com açoiteira de trança.
8. Um inço.
9. A lagarta.
10. As dianteiras. "
Fonte: Almaneque Gaúcho (RBS Publicações - 2005)
A ORAÇÃO DO GAÚCHO - DOM LUIZ FELIPE DE NADAL

DOM LUIZ FELIPE DE NADAL
Natural de Guaporé-RS, Linha 4a. Série, na época distrito de Muçum, hoje Linha Dom Luiz Felipe, nasceu em 1º/05/1916, filho de Francisco de Nadal e Tereza Dendena de Nadal, era o primogênito dos 13 irmãos.1927 - Entrou no Seminário de São Leopoldo, com 11 anos de idade, onde fez seus estudos de humanidade, filosofia e teologia.
22/10/1939 - Ordenado sacerdote, pelo Arcebispo de Porto Alegre, Dom João Becker e nomeado bispo 16 anos depois.
29/06/1955 – Aconteceu sua ordenação episcopal, escolhendo o lema: "Oboediens In Laetitia".
15/08/1955 - Tomou posse na Diocese de Uruguaiana-RS, da qual foi o 3º Bispo. A solenidade da posse canônica de Dom Luiz Felipe de Nadal foi realizada pelo Sr. Arcebispo Metropolitano de Porto Alegre Dom Vicente Scherer, na Catedral de Uruguaiana.
1º/07/1963 - Faleceu com 47 anos de idade, 23 de sacerdócio e 8 de episcopado, em um acidente aéreo, quando o DC 3 da VARIG, caiu no 1º Distrito de São João da Bela Vista, a 7,5 km de Passo Fundo-RS, por volta das 18h10min. Até cerca da meia-noite o corpo de Dom Luiz foi velado na Catedral Diocesana de Passo Fundo e transportado depois, via terrestre, para Uruguaiana, onde chegou pelas 18 horas de 2 de julho, passando a ser velado em sua própria catedral. No dia 3, de manhã, as solenidades de sepultamento tiveram a assistência de todos os senhores bispos do RS, com exceção do senhor bispo de Frederico Westphalen, impossibilitado de comparecer. A missa exequial, rezada pelo Arcebispo Metropolitano, bem como a solene encomenda, realizou-se em altar armado na frente da catedral, para onde também fora levado o corpo.
O rádio era sua grande paixão. Foi radioamador ativo e, em Porto Alegre, ainda padre, criou e dirigiu vários programas na Rádio Difusora, como "Tio Valeriano", programa infantil, "Hora do Angelus” e "A Hora Católica" que informava tudo sobre a Igreja. Em Uruguaiana fundou a Rádio São Miguel, emissora da Diocese. Transmitiu diretamente do Vaticano as cerimônias de coroação do Papa João XXIII, fato inédito para a época. Grande incentivador dos meios de comunicação social, também fundou a Sociedade Magistério no Ar - Somar, programa pioneiro de alfabetização de adultos.
Dom Luiz Felipe de Nadal concluiu o Seminário Diocesano Sagrado Coração de Jesus e criou a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Uruguaiana-RS. A seu pedido, o Papa Pio XII declarou Nossa Srª Conquistadora padroeira da Diocese de Uruguaiana, ao lado de São Miguel Arcanjo. Teve ainda grande preocupação pelas famílias e pela integração da evangelização com a cultura do povo. Era poeta tradicionalista, autor de várias poesias e orações com termos gauchescos, membro do Movimento Tradicionalista Gaúcho e da Estância da Poesia Crioula, que a Academia de Letras dos vates e prosadores nativistas gaúchos.
DE SUA AUTORIA A PRECE DO GAÚCHO:
"Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e com licença, Patrão Celestial. Vou chegando, porque, enquanto cevo o amargo das minhas confidências, ao romper da madrugada e ao descambar do sol, preciso camperear por outras invernadas e repontar do céu a força e a coragem para o entrevero do dia que passa. Eu bem sei que qualquer guasca, bem pilchado, de faca, rebenque e espora, não se afirma nos arreios da vida, se não se estriba na proteção do céu. Ouve, Patrão Celeste, a oração que te faço, ao romper da madrugada e ao descambar do Sol. Tomara que todo o mundo seja irmão! Ajuda-me a perdoar as afrontas e a não fazer aos outros o que não quero pra mim. Perdoa-me, Senhor, porque, rengueando pelas canhadas da fraqueza humana, de quando em vez, quase sem querer, eu me solto porteira-fora... Eta, potrilho xucro, renegado e caborteiro... Mas eu te garanto, meu Senhor, quero ser bom e direito. Ajuda-me, Virgem Maria, primeira prenda do céu. Socorre-me, São Pedro, capataz da estância gaúcha. Pra fim de conversa, vou te dizer, meu Deus, mas somente pra ti: que tua vontade leve a minha de cabresto pra todo sempre e até a querência do céu. Amém."
07/02/1971 - Em Passo Fundo, numa iniciativa do tradicionalista Catarino Azevedo, foi fundado o CTG "Dom Luiz Felipe De Nadal". A justificativa do nome do Patrono do CTG estava no fato de ter sido ele o primeiro prelado a viver ativamente junto aos tradicionalistas, criando a "Missa Crioula" e a "Prece do Gaúcho".
Seus restos mortais estão sepultados na cripta da Catedral de Uruguaiana-RS.
Na cidade de Porto Alegre, RS, no bairro Moinhos de Vento, conforme Lei nº.8.905, de 22/05/2002, sancionada pelo Prefeito Municipal João Verle, foi inaugurada a Praça Dom Luiz Felipe De Nadal, em sua homenagem.
Colaboração de Ivan Dorneles Rodrigues -
O MEU RIO GRANDE!!!
Estou trabalhando sobre a cultura e tradições do Rio Grande do Sul com meus alunos da 4ª Série (5ºAno) da Escola M. Pio XII, em Charqueadas."E se a origem da palavra gaúcho é controvertida,
sabemos - não foi parida raça de tais sentimentos,
porque o Deus que com talentos moldou-lhe o xucro debuxo,
depois que fez o gaúcho, botou fora os instrumentos."
Jayme Caetano Braun
08/08/2009
05/08/2009
DITOS GAÚCHOS
MAIS ALGUNS DITOS GAÚCHOS!!!
”Mais nervoso que potro com mosca na orelha."
"Pára mais que cavalo de bêbado."
"Mais atrapalhado que chiru com quatro prendas."
"Mais fechado que luto de padre."
"Ralo que nem pirão de quartel."
"Tá com cara de quem tomou chá de losna."
"Mais escondido que bragueta de gordo."
"Mais velho que o rascunho da Bíblia."
"Irrequieto que nem sabugo na correnteza."
"Mais escondido que orelha de freira."
"Mais sem graça que dançar com irmã."
"Floreado como bombacha de turco."
"Ondulante como trigal maduro."
"Faminto que nem terneiro mamão."
"Tranquilo que nem vida de bagual."
"Leve como boleadeira de sabugo."
"Estralando que nem taquara no fogo."
"Mais teso que cusco em canoa."
"Antes debalde no campo, que de balde em casa."
"Mais faceiro que mosca em gargalo de garrafa."
"O pior cego é aquele que anda sem bengala."
"Mais beijada que anel de bispo."
"Feio que nem diabo chupando limão."
"Mais difícil que andar de poncho."
"Gordo que nem cusco de cozinheira."
"Mais comprido que suspiro em velório."
"Folgada como luva de maquinista."
"Mais difícil que durmir de espora."
"Perfumado que nem viúva alegre."
"Mais enfeitado que touro em exposição."
"Traiçoeiro como cruzeira na toca."
"Porco é como sogro só dá lucro depois de morto."
"Quieto no canto como guri cagado ...”
”Mais ligado que rádio de preso.”
”Mais curto que coice de porco.”
”Firme que nem prego em polenta.”
”Mais nojento que mocotó de ontem.”
”Saracoteando mais que bolacha em boca de veia.”
”Solto que nem peido em bombacha.”
”Mais curto que estribo de anão.”
”Mais pesado que sono de surdo.”
”Calmo que nem água de poço.”
”Mais perdido que cego em tiroteio.”
”Mais perdido do que cusco em procissão.”
”Mais faceiro que guri de bombacha nova.”
”Mais assustado que véia em canoa.”
”Mais angustiado que barata de ponta-cabeça.”
”Mais por fora que quarto de empregada.”
”Mais por fora que surdo em bingo.”
”Mais sofrido que joelho de freira em semana Santa.”
”Mais ansioso que anão em comício.”
”Mais apertado que bombacha de fresco.”
”Mais apressado que cavalo de carteiro.”
”Mais arisca do que china que não quer dar.”
”Mais atirado que alpargata em cancha de bocha.”
”Mais baixo que voo de marreca choca.”
”Mais bonita que laranja de amostra.”
”Mais chato que gilete caída em chão de banheiro.”
”Mais caro que argentina nova na zona.”
”Mais cheio que corvo em carniça de vaca atolada.”
”Mais constrangido que padre em puteiro.”
”Mais conhecido que parteira de campanha.”
”Mais coxuda que leitoa em engorde.”
”Devagarzito como enterro de viúva rica.”
”Mais difícil que nadar de poncho.”
”Mais duro que salame de colônia.”
”Mais encolhido que tripa na brasa.”
”Extraviado que nem chinelo de bêbado.”
”Mais faceiro que pica-pau em tronqueira.”
”Mais feliz que puta em dia de pagamento de quartel.”
”Mais feio que paraguaio baleado.”
”Mais feio que indigestão de torresmo.”
”Mais firme que palanque em banhado.”
”Mais por fora que cotovelo de caminhoneiro.”
”Mais gasto que fundilho de tropeiro.”
”Mais grosso que dedo destroncado.”
”Mais grosso que rolha de poço.”
”Mais grosso que parafuso de patrola.”
”Mais informado que gerente de funerária.”
”Mais medroso que cascudo atravessando galinheiro.”
”Mais nervoso que potro com mosca no ouvido.”
”Mais sério que defunto.”
”Mais sujo que pau de galinheiro.”
”Tranquilo que nem cozinheiro de hospício.”
”Tranquilo que nem água de poço.”
”Mais perdido que cebola em salada de frutas.”
"Sério que nem capincho atolado."
"Feliz que nem gordo em festa de criança."
"Fino que nem assobio de macaco."
"Buliçoso que nem mico de viúva."
”Mais chato que chinelo de gordo.”
25/07/2009
HIPOPÓTAMO, BATATA FRITA, NARIZ: tudo deixa um poeta feliz!
QUER SE DIVERTIR COM AS RIMAS?
VEJA ESTA APRESENTAÇÃO ENTÃO, DE LALAU E LAURABEATRIZ, QUE O LIVROCLIP NOS PRESENTEIA.
APRENDENDO FRAÇÕES BRINCANDO
O SITE DO LIVRO CLIP DISPONIBILIZOU A OBRA "COMO O MUNDO ACORDA", DE YE SHIL KIM.
ATRAVÉS DAS ILUSTRAÇÕES DE CAFÉS DA MANHÃ DE VÁRIOS PAÍSES NOS ENSINA O CONCEITO DE FRAÇÕES, DE MANEIRA DIVERTIDA.
VALE A PENA CONFERIR.
20/06/2009
19/06/2009

O presidente Hermes da Fonseca, através da Lei n° 2.784, de 18 de junho de 1913 estabelece quatro fusos para o Brasil, ambos com as horas atrasadas em relação a Greenwich:
* 1° Fuso: Is. de Fernando de Noronha, Is, Trindade e Martim Vaz e Penedos de São Pedro e São Paulo (-2h);
* 2° Fuso (oficial): RS, SC, PR, SP, MG, RJ, ES, MA, PI, CE, RN, PB, PE, AL, SE, BA, GO, AP, TO e Leste do Pará (-3h);
* 3° Fuso: MT, MS, RR, RO, parte Oeste do Pará e parte Leste do AM (-4h);
* 4° Fuso: AC e Sudeste do AM (-5h).

A partir de zero hora de 24/06/2008 passaram a vigorar no Brasil três (3) fusos horários:
* 1° Fuso: Is. de Fernando de Noronha, Is, Trindade e Martim Vaz e Penedos de São Pedro e São Paulo (-2h);
* 2° Fuso: PA, AP, MA, TO, GO, PI, CE, RN, PB, PE, AL, SE, BA, MG, ES, RJ, SP, PR, S C e RS (-3h);
* 3° Fuso: AC, AM, RR, RO, MT e MS (-4h).
15/05/2009
GAME DA REFORMA ORTOGRÁFICA!!!!
09/05/2009
05/05/2009
25/04/2009
24/04/2009
21/04/2009
GUAÍBA - RIO OU LAGO?

A oficial considera o Guaíba como lago, mas há especialistas que discordam da nomenclatura.
A reportagem do jornal Zero hora, do dia 17/04/2009, aborda esta questão. Leia, assista a apresentação acima, elaborada pelo engenheiro civil Henrique Cezar Witler, tire suas conclusões e opine, por favor!!! DEIXE SEU COMENTÁRIO!
- Foi criada a farsa do lago para se adonarem da área, disse Henrique Cezar Witler, integrante da associação.
O líder destacou que, sendo lago, a área de preservação no entorno da água seria menor do que em caso de rio, segundo legislação. A ideia ganhou o apoio de outros participantes da reunião. Marçal Davi, outro líder comunitário, concordou com Witler:
- É um paraíso ecológico, um curso de água, e, portanto, é rio e não lago, pois não são águas paradas." [...]
* RIO: curso de água natural que se desloca de um nível de relevo mais alto para outro mais baixo, até desaguar no mar, lago ou outro rio. Os defensores dessa nomenclatura para o Guaíba, afirmam que as águas correm do Delta do Jacuí até a margem Sul, onde há uma foz larga demais para ser lago.
* ESTUÁRIO: tipo de foz em que o curso d´água se abre no mar e sofre influência de correntezas. Para defender essa definição do Guaíba, teóricos afirmam que a Laguna dos Patos faz a ligação com o Oceano Atlântico. O argumento contrário lembra que não há suficiente mistura de água doce com salgada para caracterizá-lo como estuário.
05/04/2009
25/03/2009
04/03/2009
REFORMA ORTOGRÁFICA!!!

Visite o site http://www.interney.net/conversor-ortografico.php e sane suas dúvidas! 26/02/2009
23/11/2008
LIÇÃO DE SUPERAÇÃO
http://br.youtube.com/watch?v=VFJr5mRL9L0
A primeira vez que assisti este vídeo foi numa oficina ministrada pela profª Marli Fiorentin, na Escola Estadual de E. F. Dr. Ramiro Fortes Barcelos, relativa ao projeto "Ler e escrever - tecnologias da educação". Agora que o final do ano está se aproximando, época de festas e alegrias para uns, de tristezas para outros, hora que paramos e pensamos como foi nosso ano, o que esperamos para o que se aproxima, compartilho com vocês esta linda mensagem.
20/11/2008
18/11/2008
14/11/2008
A POBREZA NO MUNDO
Este trabalho foi realizado pelos alunos do 8º Ano da Escola Técnica Dimensão retratando a pobreza no mundo (conteúdo desenvolvido na disciplina de Geografia).
09/11/2008
08/11/2008
ALUNO - O ATOR PRINCIPAL
Os alunos da 4ª série da Escola Pio XII realizaram uma apresentação sobre a cultura trazida pelos imigrantes no Rio Grande do Sul.
05/11/2008
PROJETO TERR@VISTA
Os alunos da turma 43 (Escola Pio XII) fizeram uma releitura do livro "Ao Sol do novo mundo" criando um final para a história.
PROJETO TERR@VISTA
31/10/2008
LIXO ELETRÔNICO
Trabalhos realizados pelos alunos do 8º Ano da Escola Técnica Dimensão, na disciplina de Informática.
28/10/2008
PROJETO TERR@VISTA
Apresento a vocês a turma 43, no Laboratório de Informática da Escola Pio XII. Os alunos estão assistindo a um vídeo postado no blog Terr@vista.
26/10/2008
PROJETO TERR@VISTA
Esta Webquest foi criada para orientar o trabalho realizado com a turma de 4ª série da Escola Pio XII, de Charqueadas, relativo ao Projeto TERR@VISTA.
12/10/2008
LIXO ELETRÔNICO - O QUE FAZER?
Li uma reportagem da Revista Planeta (edição 433 - Out/2008) que aborda sobre o problema do lixão eletrônico. Garimpei alguns trechos que compartilho com vocês.trabalho realizado pela aluna Caroline, do 6º ano - Escola Técnica Dimensão, na aula de Informática.
03/10/2008
26/09/2008
21/09/2008
RECONHECIMENTO
Hoje - 21/09 - é o aniversário do meu pai. Esta é uma homenagem e maneira de dizer: OBRIGADA! Feliz Aniversário!Bjão
17/09/2008
A LENDA DA LAGOA DOS BARROS

15/09/2008
A REVOLUÇÃO FARROUPILHA
1836
09/09/2008
O MENINO E O TELEVISOR

A professora Ana Maria pediu aos alunos que fizessem uma redação sobre o que eles gostariam que Deus fizesse por eles. À noite, corrigindo as redações, ela se depara com uma que a deixa muito emocionada. O marido, nesse momento, acaba de entrar, a vê chorando e lhe pergunta:
- "O que aconteceu?". Ela responde:
- "Leia [era a redação de um menino]".
- "Senhor, esta noite te peço algo especial: me transforma em um televisor. Quero ocupar o seu lugar. Viver como vive a TV da minha casa. Ter um lugar especial para mim, e reunir minha família ao redor... Ser levado a sério quando falo... Quero ser o centro das atenções e ser escutado, sem interrupções nem questionamentos. Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona. E ter a companhia do meu pai, quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado. E que minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de ignorar-me. E ainda, que meus irmãos briguem para estar comigo. Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo. E, por fim, que eu possa divertir a todos. Senhor, não te peço muito... só quero viver o que vive qualquer televisor".
- "Coitado desse menino, disse o marido de Ana Maria. Nossa! Que coisa esses pais!". E ela observa:
- "Essa redação é do nosso filho".
07/09/2008
06/09/2008
A INDEPENDÊNCIA

A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
* Para compreender o verdadeiro significado histórico da independência do Brasil, levaremos em consideração duas importantes questões:
* 1° - Entender que o 07/09/1822 não foi um ato isolado do príncipe D. Pedro, e sim um acontecimento que integra o processo de crise do Antigo Sistema Colonial, iniciada com as revoltas de emancipação no final do século XVIII. Ainda é muito comum associar a independência do Brasil ao quadro de Pedro Américo, "O Grito do Ipiranga", que personifica o acontecimento na figura de D. Pedro.
* 2° - Perceber que a independência do Brasil, restringiu-se à esfera política, não alterando em nada a realidade sócio-econômica, que se manteve com as mesmas características do período colonial.
O SIGNIFICADO HISTÓRICO DA INDEPENDÊNCIA
* A aristocracia rural brasileira encaminhou a independência do Brasil com o cuidado de não afetar seus privilégios, representados pelo latifúndio e escravismo. Dessa forma, a independência foi imposta verticalmente, com a preocupação em manter a unidade nacional e conciliar as divergências existentes dentro da própria elite rural, afastando os setores mais baixos da sociedade representados por escravos e trabalhadores pobres em geral.
* Com a volta de D. João VI para Portugal e as exigências para que também o príncipe regente voltasse, a aristocracia rural passa a viver sob um difícil dilema: conter a recolonização e ao mesmo tempo evitar que a ruptura com Portugal assumisse o caráter revolucionário-republicano que marcava a independência da América Espanhola, o que evidentemente ameaçaria seus privilégios.A maçonaria (reaberta no RJ com a loja maçônica Comércio e Artes) e a imprensa uniram suas forças contra a postura recolonizadora das Cortes.
* D. Pedro é sondado para ficar no Brasil, pois sua partida poderia representar o esfacelamento do país. Era preciso ganhar o apoio de D. Pedro, em torno do qual se concretizariam os interesses da aristocracia rural brasileira. Um abaixo assinado de 8 mil assinaturas foi levado por José Clemente Pereira (presidente do Senado) a D. Pedro em 09/01/1822, solicitando sua permanência no Brasil. Cedendo às pressões, D. Pedro decidiu-se: "Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto. Diga ao povo que fico".
* É claro que D. Pedro decidiu ficar bem menos pelo povo e bem mais pela aristocracia, que o apoiaria como imperador em troca da futura independência não alterar a realidade sócio-econômica colonial. Contudo, o Dia do fico era mais um passo para o rompimento definitivo com Portugal. Graças a homens como José Bonifácio de Andrada e Silva (patriarca da independência), Gonçalves Ledo, José Clemente Pereira e outros, o movimento de independência adquiriu um ritmo surpreendente com o cumpra-se, onde as leis portuguesas seriam obedecidas somente com o aval de D. Pedro, que acabou aceitando o título de Defensor Perpétuo do Brasil (13/05/1822), oferecido pela maçonaria e pelo Senado. Em 3 de junho foi convocada uma Assembléia Geral Constituinte e Legislativa e em 01/08/1822 considerou-se inimigas as tropas portuguesas que tentassem desembarcar no Brasil.
* SP vivia um clima de instabilidade para os irmãos Andradas, pois Martim Francisco (vice-presidente da Junta Governativa de SP) foi forçado a demitir-se, sendo expulso da província. Em Portugal, a reação tornava-se radical, com ameaça de envio de tropas, caso o príncipe não retornasse imediatamente.
* José Bonifácio, transmitiu a decisão portuguesa ao príncipe, juntamente com carta sua e de D. Maria Leopoldina, que ficara no RJ como regente. No dia 07/09/1822 D. Pedro que se encontrava às margens do riacho Ipiranga, em SP, após a leitura das cartas que chegaram em suas mãos, bradou: "É tempo... Independência ou morte... Estamos separados de Portugal".Chegando no RJ (14/09/1822), D. Pedro foi aclamado Imperador Constitucional do Brasil. Era o início do Império, embora a coroação apenas se realizasse em 1°/12/1822.
* A independência não marcou nenhuma ruptura com o processo de nossa história colonial. As bases sócio-econômicas (trabalho escravo, monocultura e latifúndio), que representavam a manutenção dos privilégios aristocráticos, permaneceram inalteradas. O "sete de setembro" foi apenas a consolidação de uma ruptura política, que já começara 14 anos atrás, com a abertura dos portos.
Fonte: http://www.historianet.com.br/
31/08/2008
22/08/2008
21/08/2008
Primeiras viagens

“Se você abre uma porta, você pode ou não entrar em uma nova sala. Você pode não entrar e ficar observando a vida. Mas se você vence a dúvida, o temor, e entra, dá um grande passo: nesta sala vive-se ! Mas, também, tem um preço... São inúmeras outras portas que você descobre. Às vezes curte-se mil e uma. O grande segredo é saber quando e qual porta deve ser aberta. A vida não é rigorosa, ela propicia erros e acertos. Os erros podem ser transformados em acertos quando com eles se aprende. Não existe a segurança do acerto eterno. A vida é generosa, a cada sala que se vive, descobre-se tantas outras portas. E a vida enriquece quem se arrisca a abrir novas portas. Ela privilegia quem descobre seus segredos e generosamente oferece afortunadas portas. Mas a vida também pode ser dura e severa. Se você não ultrapassar a porta, terá sempre a mesma porta pela frente. É a repetição perante a criação, é a monotonia monocromática perante a multiplicidade das cores, é a estagnação da vida... Para a vida, as portas não são obstáculos, mas diferentes passagens!” Içami Tiba



































































